A Lancia regressou ao WRC após históricos anos de vitórias e enormes sucessos no panorama do Campeonato do Mundo de Ralis. Para já, é a categoria WRC2 que fez regressar a marca italiana, por agora pelas mãos de Yohan Rossel e também de Nicolay Gryazin, embora se esperem por futuras apostas. A categoria WRC2 está para já a ser dominada por dois irmãos, que repartem o comando do campeonato. Yohan Rossel aos comandos do novíssimo Lancia Y soma 52 pontos, os mesmos que o seu irmão mais novo, Léo Rossel, este aos comandos de um Citroen C3. Para além de Yohan, outro Lancia está entregue a Nicolay Gryazin que, com menos sucesso ocupa o 5º lugar do campeonato com 31 pontos. Pelo meio, num Skoda Fabia, o italiano Roberto Daprà tem 37 pontos e é o 3º classificado, na frente do finlandês Roope Korhonen num Toyota Yaris com 35 pontos. O clã francês com os irmãos Rossel parece querer ditar a lei da categoria WRC2, embora ainda falte muito campeonato para se tirarem conclusões.
Nas cinco provas disputadas, foi precisamente o Rossel mais jovem a triunfar no gelo de Monte Carlo. Léo levou o Citroen ao triunfo, na frente do Skoda de Roberto Daprà. Também com frio, mas mais neve, os Toyota dominaram na Suécia, com vitória de Roope Korhonen, seguido por outro Yaris, o de Teemu Suninen. No duro Safari do Quénia o triunfo foi para o Skoda Fabia tripulado por Robert Virves, com o Toyota de Gus Greensmith a conquistar o 2º posto. Já com maior adaptação, foi a Lancia que dominou as duas provas seguintes, com Yohan Rossel a conquistar duas vitórias consecutivas. Primeiro na Croácia com Yohan a terminar na frente do seu irmão Léo num Citroen e Nicolay Gryazin a levar o outro Lancia ao 3º lugar. Nas Canárias o Lancia Y de Yohan Rossel volta a triunfar, deixando o Toyota de Alejandro Cachón no 2º posto. Num assinalável regresso da Lancia ao Campeonato do Mundo de Ralis, Portugal, Japão e Grécia são os próximos desafios para o ressurgimento de uma marca que escreveu inúmeras páginas de sucesso no panorama dos ralis mundiais.